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Deste modo o furor de satanás esgotava-se inutilmente. Além disso, o Pe. Vianney acabou por acostumar-se com as suas visitas. “Vossa Reverendíssima sem dúvida deve ter medo, lhe perguntou o Pe. Toccanier, de tão desagradáveis colóquios?                 – A gente se habitua com tudo, meu amigo, replicou o amável Santo. O diabo e eu somos quase camaradas”.

Deste modo o furor de satanás esgotava-se inutilmente. Além disso, o Pe. Vianney acabou por acostumar-se com as suas visitas. “Vossa Reverendíssima sem dúvida deve ter medo, lhe perguntou o Pe. Toccanier, de tão desagradáveis colóquios? – A gente se habitua com tudo, meu amigo, replicou o amável Santo. O diabo e eu somos quase camaradas”.

No confessionário, porém, estava sua maior atuação pelo mistério da Providência Divina. No aconselhamento das pessoas São João Maria Vianney falava do bom Deus de forma tão amorosa que todos saiam reconfortados. Não sabia usar palavras bonitas, idéias geniais, buscava termos do quotidiano das pessoas.

No confessionário, porém, estava sua maior atuação pelo mistério da Providência Divina. No aconselhamento das pessoas São João Maria Vianney falava do bom Deus de forma tão amorosa que todos saiam reconfortados. Não sabia usar palavras bonitas, idéias geniais, buscava termos do quotidiano das pessoas.

Certa noite em que o Cura d’Ars procurava conciliar o sono, o inimigo apresentou-se gritando: “Vianney, Vianney, tu não me escaparás”. E o pobre Santo respondia do canto escuro onde estava sua cama: “Não tenho medo de ti”.

Certa noite em que o Cura d’Ars procurava conciliar o sono, o inimigo apresentou-se gritando: “Vianney, Vianney, tu não me escaparás”. E o pobre Santo respondia do canto escuro onde estava sua cama: “Não tenho medo de ti”.

Por espaço de 35 anos – de 1824 a 1858 – o Cura d’Ars foi alvo das perseguições exteriores do maligno. Se satanás tivesse conseguido roubar-lhe o sono e o repouso, tirar-lhe o gosto da oração, das austeridades e dos trabalhos apostólicos e o obrigasse a deixar o ministério das almas!... Mas o inimigo da salvação foi descoberto e vencido.

Por espaço de 35 anos – de 1824 a 1858 – o Cura d’Ars foi alvo das perseguições exteriores do maligno. Se satanás tivesse conseguido roubar-lhe o sono e o repouso, tirar-lhe o gosto da oração, das austeridades e dos trabalhos apostólicos e o obrigasse a deixar o ministério das almas!... Mas o inimigo da salvação foi descoberto e vencido.

Uns trinta anos antes, um outro acontecimento, sobre o qual não é possível duvidar, impressionara principalmente o clero dos arredores. Em 1826, durante uma missão em Montmerle, produziram-se ruídos misteriosos na casa paroquial.  “Era o demônio que arrastava a cama do Cura d’Ars pelo meio do quarto em que ele dormia”.

Uns trinta anos antes, um outro acontecimento, sobre o qual não é possível duvidar, impressionara principalmente o clero dos arredores. Em 1826, durante uma missão em Montmerle, produziram-se ruídos misteriosos na casa paroquial. “Era o demônio que arrastava a cama do Cura d’Ars pelo meio do quarto em que ele dormia”.